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Uma situação envolvendo o uso de spray de pimenta por parte de agentes da Guarda Municipal durante o Carnaval 2026, em Maringá, gerou polêmica nas redes sociais. A situação foi registrada na noite dessa terça-feira (17), durante o encerramento do evento no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro.
Conforme relatos nas redes sociais, confirmados pela força de segurança, agentes utilizaram o composto químico para controlar um princípio de confusão, que teria origem em três brigas que ocorriam simultaneamente nas proximidades do ambulatório, montado dentro da festividade.
Foliões presentes relataram mal estar e alguns questionaram a estratégia adotada pela Guarda. Por meio de nota oficial, a força de segurança informou que agiu com o “procedimento utilizado para controle imediato de tumultos” e classificou a ação como um “fato isolado”.
O secretário de Segurança Pública de Maringá, Delegado Luiz Alves, afirmou que os guardas utilizaram a “força necessária” diante da situação.
“Esse situação foi resolvida com observância da força necessária, utilizando-se tecnologia não letal. Os GMs são preparados e treinados para isso e os protocolos, a princípio, foram devidamente observados.
Dentro da doutrina do uso progressivo da força o uso de espargidores (como o gás de pimenta) ocuparia a segunda posição, após o uso de verbalização, o que provavelmente não funcionou. Pelo que acompanhei a ação dos GMs foi técnica e pontual, sendo certo que após o uso dos espargidores o tumulto foi desfeito, sem a necessidade de escalada de força”, disse o secretário.
















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