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A Câmara de Maringá aprovou, na sessão desta terça-feira (7), o projeto de Resolução que cria o título “Parlamentares Amigos de Maringá”, homenagem destinada a deputados estaduais e federais que destinem emendas para a Cidade Canção. O texto, em primeira discussão, recebeu 16 votos favoráveis.
Votaram contra a homenagem Professor Pacífico (Novo) e Daniel Malvezzi (Novo). Sidnei Telles (Podemos) e Luiz Neto (Agir) não votaram, enquanto Lemuel (PDT) e Maninho (Republicanos) não estavam presentes.
A iniciativa é de autoria do vereador Uilian da Farmácia (União). De acordo com a proposição, a honraria poderá ser entregue para deputados estaduais e federais que destinarem, no ano que a homenagem for proposta, mais de R$ 500 mil em emendas. Conforme a projeto, cada vereador poderá indicar até dois homenageados por ano.
Durante a votação, o texto recebeu duas emendas que pedem a comprovação, por parte da Prefeitura, de que a cidade recebeu os recursos via o deputado que receberá a homenagem, antes da honraria ser entregue.
Em entrevista ao Maringá Post, Uilian da Farmácia reconheceu que a destinação de emendas faz parte do trabalho obrigatório de um parlamentar, mas disse que o título é uma forma de reconhecer o esforço de articulação política para que o recurso chegue até a cidade.
“O objetivo principal é valorizar todos os deputados estaduais e federais que contribuem com o crescimento da nossa cidade de Maringá. Vou dar um exemplo bem claro para você: nós estamos começando agora algumas licitações onde, por exemplo, no distrito de Iguatemi, nós vamos ter mais de R$ 30 milhões de investimentos. Esses investimentos oriundos de emendas dos deputados, junto com o governo estadual, também tem algumas coisas do governo federal, valorizam o nosso distrito, que nunca recebeu um investimento tão expressivo. Sim, é obrigação do deputado (o envio de emendas), mas é uma forma de reconhecer todo o esforço de articulação que existe por trás para que essa emenda venha para cá e não tenha outra destinação”, explicou.
O projeto precisa passar por mais duas discussões antes de ser sancionado pelo Executivo.
















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