SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os herdeiros de Michael Jackson investiram milhões de dólares em refilmagens da cinebiografia “Michael” para alterar o desfecho do longa. Segundo as informações divulgadas pela Variety, o valor gasto teria ficado entre US$ 10 e 15 milhões para remover qualquer menção às acusações de abuso infantil associadas ao cantor.
A versão original do filme pretendia abordar o impacto dessas acusações na vida e na carreira do artista. No entanto, mudanças contratuais teriam impedido a inclusão de referências a Jordan Chandler. Essa exclusão levou a produção a reformular completamente o final.
Com isso, a narrativa passa a encerrar no auge da carreira de Jackson, destacando seu sucesso e legado artístico, em vez de explorar momentos mais controversos. A decisão de reformular o final também garantiu ao espólio uma participação direta no projeto.
O longa traz Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, no papel principal, cuja atuação vem sendo elogiada. Ainda assim, Paris Jackson, filha de Michael, demonstrou preocupação com o rumo da produção e chegou a questionar decisões tomadas pelos responsáveis pelo espólio.
A direção é de Antoine Fuqua, com um elenco que inclui nomes como Miles Teller, Colman Domingo e Nia Long. A estreia está prevista para 24 de abril.
















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