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Em uma sessão polêmica e com placar apertado, a Câmara de Maringá aprovou, em segunda discussão, o projeto de lei que altera a data do feriado de aniversário da cidade. O texto, de autoria do vereador Willian Gentil (PP), recebeu 11 votos favoráveis e 9 contrários.
Atualmente, a celebração ocorre na 2ª segunda-feira do mês, tirando os casos em que o 10 de maio cai em um domingo. Com a nova lei, a celebração na segunda-feira passará a ser fixa, mesmo quando o data em si ocorrer em um domingo, como é o caso de 2026.
O projeto causou reação de empresários e da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), que mandaram representantes para acompanhar a sessão. Durante os discursos do vereadores, Gentil, autor do projeto, foi vaiado pelo grupo, mas seguiu defendendo a proposta sob o argumento de dar uma oportunidade para que o trabalhador comum tenha mais um dia de descanso. Ele também reagiu as críticas recebidas, afirmou não ser “pau-mandado” da Acim e criticou colegas que “mudaram de posição” durante a votação.
Na segunda-feira, a Associação Comercial emitiu um editorial criticando a proposta e afirmando que o setor poderá sofrer perdas de até R$ 63 milhões com o feriado sendo colocado em um dia útil.
Votaram a favor de fixar o feriado na segunda-feira: Bravin Junior (PP), Guilherme Machado (PL), Italo Maroneze (PDT), Jeremias (PL), Lemuel (PDT), Maninho (Republicanos), Mário Hossokawa (PP), Odair Fogueteiro (PP), Pastor Sandro (União), Uilian da Farmácia (União) e Willian Gentil (PP).
Os contrários foram: Akemi Nishimori (PSD), Diogo Altamir (PSDB), Daniel Malvezzi (Novo), Angelo Salgueiro (Podemos), Flávio Mantovani (PSD), Giselli Bianchini (PL), Luiz Neto (Agir), Mário Verri (PT) e Professor Pacífico (Novo).
















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