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Sextou! Jargão que celebra a chegada do fim de semana e do fechamento da jornada de trabalho de boa parte dos trabalhadores, eleva o tom quando o dia 13 cai em uma sexta-feira. A animação natural abre espaço para a tradição folclórica.
A origem da mística criada em torno da data é creditada a várias fontes. Todas convergem para histórias horripilantes, cujos protagonistas são fantasmas, assombrações, lobisomens, boitatá, entre outros.
Inspirada pelo mistério que cerca da data, na primeira sexta-feira 13 de 2026, a reportagem do Maringá Post resgata uma reportagem publicada no O Diário do Norte do Paraná, em 2003. Na edição impressa do principal jornal do interior da época, o historiador João Laércio Lopes Leal, narra três casos assustadores registrados na região de Maringá.
Cemitério Caboclo

Segundo o historiador, o local mais famoso pelos relatos assombrados é uma construção, datada provavelmente entre as décadas de 1930 e 1950, localizado entre o distrito de Floriano e o município de Paiçandu.
O território, supostamente era utilizado por habitantes da cidade conhecidos como caboclos, mestiços de indígenas e brancos, como cemitério.
Além dos muitos relatos de aparições no local, a lenda mais emblemática é a da entidade do “Caboclinho”, que assombraria a rodovia ao lado do cemitério, a PR-323, conhecida pelo alto número de acidentes.
Aparições do Parque do Ingá


Local que, segundo o historiador, servia de ponto de desova de cadáveres de gangues, já foi muito relatado como palco de aparições assustadoras.
“Tem muitas histórias de pessoas que iam passear pelo Parque do Ingá e viam vultos estranhos, fantasmas e aparições.”
Apedrejamentos fantasma


Nesta história, que Leal afirma estar registrada em arquivos da imprensa local, casas teriam amanhecido apedrejadas misteriosamente. A polícia, nem nenhum morador conseguia encontrar rastros de quem poderia ter feito isso, dando origem a teorias fantasmagóricas.
Os casos aconteceram em 1991, no Jardim Alvorada, e em 1988, na Vila Emília. No primeiro, os ataques só teriam parado após a visita de um padre. No segundo, a intervenção de um pastor teria sido necessária.
Passados 23 anos, das histórias relatadas por João Laércio, teria ocorrido novas aparições. Se você conhece algum caso semelhante, entre em contato com a Redação do Maringá Post: (44) 99142-3259
















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