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Lei quer dar prioridade em entrevistas de emprego para mulheres vítimas de violência doméstica em Maringá

Lei quer dar prioridade em entrevistas de emprego para mulheres vítimas de violência doméstica em Maringá

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Um projeto de lei em tramitação na Câmara de Maringá quer dar prioridade em encaminhamentos feitos pela Agência do Trabalhador, para entrevistas de emprego, a mulheres vítimas de violência doméstica. O texto, de autoria da Prefeitura, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta terça-feira (17).

O projeto faz parte do pacote de leis da Prefeitura que tratam de diferentes políticas públicas para mulheres que foi enviado ao legislativo, de uma só vez, no dia 9 de março. No caso deste projeto em específico, ele autoriza a Agência do Trabalhador a organizar “fluxos diferenciados” de envio de currículos à empresas de mulheres atendidas pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (Semulher), que acolhe vítimas de violência doméstica e também em situação de vulnerabilidade.

Conforme o projeto, além do envio prioritário de currículos, a Agência também estará autorizada a cooptar empresas para oferecer cursos profissionalizantes e também receberem “incentivos fiscais” para contratarem mulheres que se encaixam neste perfil, desde que criadas legislações específicas para cada caso.

Segundo a Mensagem de Lei que acompanha o texto, a Prefeitura diz que o objetivo da medida é “promover a autonomia econômica e inclusão social de mulheres em situação de vulnerabilidade, em especial aquelas vítimas de violência doméstica e familiar”.

Ainda não há uma data para a proposta ser votada em plenário.