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A readequação da estrutura dos gabinetes parlamentares foi um dos temas abordados pela presidente da Câmara de Maringá, Majô Capdeboscq, em entrevista ao podcast Ponto a Ponto, do Maringá Post. Durante a conversa, ela afirmou que a Câmara utiliza percentual inferior ao limite constitucional de repasse e que a ampliação de assessores representa impacto reduzido no orçamento.
Segundo Majô, a Câmara tem direito a receber até 5% da Receita Corrente Líquida (RCL) do município, mas estaria utilizando menos do que esse montante.
“A Câmara tem direito a 5% da Receita Corrente Líquida. Sabe quanto utiliza? A gente sempre devolveu recursos”, declarou.
Conforme a reportagem do Maringá Post apurou, no ano passado (2025), a Câmara tinha direito a R$ 58 milhões de orçamento, mas foram gastos R$ 48 milhões. Porém, neste ano, o repasse do orçamento para o Legislativo saltou para R$ 72 milhões.
Majô também afirmou que a readequação dos gabinetes corresponde a 0,07% do orçamento da Câmara. “Nem todo investimento é gasto”, argumentou, ao defender que a ampliação visa qualificar o trabalho legislativo.
Suporte técnico e fiscalização
Majô justificou a medida afirmando que o orçamento municipal supera R$ 3 bilhões e que os vereadores precisam de estrutura técnica para exercer a função fiscalizatória.
Ela mencionou ainda o aumento no número de vereadores, de 15 para 23, e o crescimento no volume de requerimentos e indicações como fatores que pressionaram a estrutura dos gabinetes.
A entrevista completa, com a íntegra da fala da presidente sobre orçamento e estrutura administrativa, está disponível no canal do Maringá Post no YouTube. O programa é apresentado por Ronaldo Nezo e produzido em parceria com o VMark Estúdio.
















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