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Motor de Inovação: Estado do Paraná cria projeto que apoia startups em estágio inicial 

Motor de Inovação: Estado do Paraná cria projeto que apoia startups em estágio inicial 

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA) e do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), anunciou o Impulso Inovador, projeto que investirá até R$ 2,4 milhões para startups em estágio inicial. 

A iniciativa prevê fortalecer o desenvolvimento de empresas inovadoras focando na ideação e projetos iniciais. 

O projeto selecionará 60 startups que participarão de capacitações, mentorias e workshops especializados. 

Além do impulso inovador, a SEIA anunciou o terceiro edital do programa Paraná Anjo Inovador, voltado para startups e projetos mais consolidados. 

“O Impulso Inovador nasce para apoiar quem está começando ajudando a transformar boas ideias em soluções concretas. Nosso objetivo é oferecer suporte, conexão e oportunidades para que essas startups consigam evoluir com mais segurança e qualidade e, nesse processo, fortalecemos o ecossistema como um todo, ampliando a capacidade do Paraná de gerar inovação e novas oportunidades”, afirma Canziani. 

Incubadora Tecnológica 

No programa Impulso Inovador, explica o diretor-presidente do Tecpar, Eduardo Marafon, as empresas participantes poderão contar com o apoio da Intec, que já apoiou mais de 100 negócios inovadores ao longo de sua história 

“Um ponto importante para alavancar novos negócios, como a experiência da nossa incubadora mostra, diz respeito à busca de recursos iniciais, uma vez que projetos de inovação têm um risco e um custo muito alto no início. Estamos somando esforços, dentro do Governo do Estado, para apoiar empreendedores e empresários a passarem por essa fase sensível por meio do Impulso Inovador e transformarem seus negócios. Com esse trabalho, atuamos no desenvolvimento econômico e social do Paraná”, pontua Marafon. 

O primeiro ciclo do projeto terá como foco apoiar soluções que envolvam tecnologias avançadas como inteligência artificial, biotecnologia e internet das coisas, conhecidas como deep techs. A ideia é também incentivar o desenvolvimento de govtechs, ajudando startups a adaptarem suas soluções às necessidades da administração pública e aos ambientes regulatórios, facilitando a adoção de novas tecnologias pelo Estado.