Destaques do Dia Maringa Policia

Operação apreende mais de 3,4 mil produtos falsificados em loja de Maringá; duas pessoas foram presas

Operação apreende mais de 3,4 mil produtos falsificados em loja de Maringá; duas pessoas foram presas

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

Uma operação realizada na quarta-feira (5) pelo Procon de Maringá, com apoio da Polícia Civil do Paraná e da Receita Estadual do Paraná, resultou na apreensão de milhares de produtos com indícios de falsificação em uma loja que se apresentava como “outlet” em Maringá. Duas pessoas foram presas.

A ação, denominada Operação Similis, foi desencadeada após denúncias de consumidores e suspeitas de comercialização irregular de itens de marcas conhecidas. Durante a fiscalização, os agentes encontraram uma grande quantidade de mercadorias que imitavam produtos originais.

Entre os itens apreendidos estavam camisetas, shorts, moletons, tênis, perfumes, bolsas e relógios que reproduziam marcas famosas. Segundo os fiscais, os produtos estavam sendo comercializados como se fossem originais, o que pode induzir o consumidor ao erro e configurar prática irregular.

A operação também contou com a participação de um representante oficial de marcas, que auxiliou na identificação técnica das mercadorias. De acordo com os agentes, a análise confirmou indícios de falsificação em diversas peças vendidas no estabelecimento.

Foto: Polícia Civil

Ao todo, mais de 3.400 produtos foram apreendidos, incluindo pares de tênis, roupas, perfumes, bolsas e relógios. Todo o material foi recolhido para verificação e encaminhado às autoridades competentes.

Segundo os fiscais, há suspeita de violação de direitos de propriedade intelectual e possível prática de crime contra as relações de consumo.

A diretora do Procon de Maringá, Coronel Audilene Rocha, destacou que a venda de produtos falsificados prejudica não apenas os consumidores, que podem ser enganados quanto à origem e à qualidade das mercadorias, mas também as empresas que detêm as marcas originais e cumprem as normas legais.

Foto: Polícia Civil

A investigação sobre a procedência dos produtos e a responsabilidade dos envolvidos terá continuidade pelos órgãos competentes. Dependendo da apuração, os responsáveis podem responder por crime contra a propriedade industrial e por infrações previstas no Código de Defesa do Consumidor.

O Procon de Maringá orienta que consumidores que suspeitarem de irregularidades na venda de produtos ou serviços procurem o órgão para registrar denúncia, contribuindo para fortalecer a fiscalização e a defesa dos direitos do consumidor.