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O Sicoob Metropolitano teve um projeto voltado à preservação ambiental destacado durante a COP30, conferência da ONU sobre mudanças climáticas realizada em novembro, no Brasil. A iniciativa utiliza NFTs (tokens não fungíveis) como ferramenta para apoiar a conservação de áreas florestais.
Segundo a cooperativa, o projeto tornou a instituição a primeira do setor financeiro no país a adquirir NFTs vinculados a áreas de preservação ambiental. A proposta combina tecnologia blockchain com práticas de governança ambiental, social e corporativa (ESG), buscando gerar impacto por meio de ativos digitais associados à conservação.
A ação foi desenvolvida em parceria com a Preservaland, startup fundada nos Estados Unidos por empresários brasileiros. A empresa utiliza ativos digitais baseados em blockchain como instrumento para financiar e proteger áreas florestais.
Após a apresentação do case durante a conferência, o projeto foi selecionado pelo CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) para integrar a vitrine internacional de soluções do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), rede global que reúne empresas comprometidas com o desenvolvimento sustentável.
Com isso, a iniciativa passou a compor o Business Action Bank, plataforma internacional que reúne práticas empresariais consideradas relevantes no âmbito da COP30 e que integra o Banco de Soluções ligado à presidência do evento.
Além da seleção para a vitrine internacional, o projeto também foi escolhido para representar o Sistema Sicoob no estande da OCB durante a Agrizone, espaço dedicado à apresentação de soluções sustentáveis no evento.
Realizada em Belém (PA), a COP30 reuniu representantes de governos, empresas e organizações da sociedade civil para discutir compromissos globais relacionados ao clima. A inclusão do projeto do Sicoob Metropolitano na plataforma internacional amplia a visibilidade da cooperativa nesse cenário.
















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