Os juros futuros sobem em toda a curva na manhã desta quinta-feira (12), em meio à alta do dólar frente ao real, ao avanço do petróleo, que sobe mais de 6%, e após o IPCA de fevereiro registrar alta de 0,70%, acima da mediana das estimativas do mercado, de 0,63%.
Com isso, o mercado tende a aumentar as apostas em um corte menor da taxa Selic na próxima reunião do Banco Central, de 25 pontos-base, para 14,75% ao ano, deixando em segundo plano a possibilidade de uma redução de 50 pontos-base.
Os investidores também acompanham o leilão de títulos prefixados do Tesouro Nacional, que deve ofertar lotes menores para evitar aumento da volatilidade no mercado. “Temos mais um difícil leilão para o Tesouro Nacional, em que a escalada da volatilidade deve atuar como fator negativo para a demanda”, afirma em relatório Luis Felipe Laudisio, cogestor da Warren Investimentos.
Às 9h17 desta quinta-feira, a taxa do depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 estava em 13,785%, ante 13,652% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2029 marcava 13,340%, contra 13,163%, enquanto o vencimento para janeiro de 2031 estava em 13,61%, ante 13,47% no fechamento de quarta-feira (11).
















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