Esta terça-feira, morreu aos 80 anos a cantora Dolly Parton. Em um comunicado enviado por seus representantes, foi confirmada a causa da morte. Eles explicaram que a intérprete de músicas como “Jolene” morreu após uma “breve batalha contra o câncer”. Apesar de não terem sido revelados mais detalhes, em uma entrevista recente, Dolly Parton falou sobre alguns problemas de saúde e admitiu ter ignorado sintomas: “Não dei atenção”.
A cantora havia faltado a alguns eventos sociais e, em uma entrevista à People ainda neste mês de agosto, contou que estava passando por “momentos difíceis” relacionados à sua saúde. Na conversa, revelou que, em determinados momentos, não se dedicou 100% à própria saúde e acabou ignorando alguns sinais.
Câncer: Dolly Parton ignorou sintomas?
“Estou lidando com problemas de saúde aos quais simplesmente não dei atenção enquanto cuidava do [Dean] Carl [seu marido]”, explicou na entrevista. Neste mês de agosto, ela havia faltado à inauguração de uma nova atração no parque temático Dollywood. Deixou uma mensagem aos fãs para tranquilizá-los. Ao mesmo tempo, revelou outros sintomas que estava sentindo, mas que podem já estar relacionados a um possível tratamento.
“Às vezes fico um pouco tonta e desidratada. Está tudo bem com a minha saúde e continuo trabalhando em nossos projetos”, revelou no vídeo. Segundo o Today, nos últimos anos, Dolly Parton passou por várias cirurgias, tratou pedras nos rins e também fez uma histerectomia, procedimento que consiste na remoção do útero.
A importância do diagnóstico precoce e os sintomas
Apesar de não ter sido revelado qual era o tipo de câncer de Dolly Parton, vários especialistas destacam a importância de um diagnóstico precoce para iniciar o tratamento.
Em um vídeo compartilhado nas redes sociais, a médica Mariana Pilatti falou sobre a questão e apontou alguns sinais que podem aparecer antes do diagnóstico de câncer. Confira:
Perda de peso inexplicável (sem dieta e sem academia). “O tumor consome muita energia. Pode perder entre cinco e 10 quilos em dois ou três meses.”
Inchaço abdominal persistente. “É algo que não passa com dieta e acaba se acumulando.”
Diabetes que surge do nada e sem histórico familiar. “É o resultado de uma alteração do metabolismo. É algo muito suspeito para quem nunca teve.”
Sangramento que não para. “Seja no nariz, na gengiva, feridas e hematomas que surgem facilmente. São pequenos sangramentos que duram demais.”
Ferida que não cicatriza. “Se for algo que dura mais de três semanas, é motivo para ficar desconfiado.”
Dificuldade persistente para engolir. “Acaba piorando progressivamente.”
Tosse ou rouquidão por semanas. “Não passa e é pior em pessoas que fumam. A irritação crônica é outro dos sinais que pode ser acompanhada por tosse seca.”
Cansaço extremo. “Mesmo com repouso, não melhora. Pode ser acompanhado de falta de ar.”
Suores noturnos e febre recorrente. “É algo que acontece sem uma infecção diagnosticada.”
Perda persistente de apetite. “Pode sentir nojo de uma comida que antes adorava. O paladar é alterado e há uma sensação de saciedade rápida ao comer.”
Leia Também: Prestes a dar o próximo passo! Estes 3 signos vão dar um salto na vida
















Adicionar Comentário