Em uma publicação nas redes sociais, Thalita explicou que a decisão de manter a doença em sigilo durante esse período foi orientada por sua oncologista.
“Fale quando não te doer mais. Esse foi o conselho da minha oncologista. Nunca fui de expor minhas dores. Sou assim. Não é personagem. Passei por isso em silêncio”, escreveu.
Segundo a jornalista, a descoberta da doença foi inesperada. Ela afirmou que não tinha histórico familiar de câncer de mama, mantinha hábitos saudáveis e não apresentava fatores de risco conhecidos.
“Descobri um câncer de mama com 30 e poucos anos. Sem histórico familiar. Sem beber. Sem fumar. Tendo amamentado. Praticando atividade física. Atendendo a todo o checklist que ajuda a evitar a doença”, relatou.
Thalita descreveu o impacto do diagnóstico como devastador, especialmente por ser mãe de uma criança pequena. Apesar do choque inicial, disse que encontrou forças para enfrentar o tratamento.
“A descoberta foi avassaladora. Perdi o chão. Ainda mais sendo mãe de um filho pequeno. Mas eu tinha uma certeza: eu queria viver. E eu iria me curar”, afirmou.
Agora recuperada, a jornalista contou que decidiu compartilhar sua história na tentativa de levar esperança a outras mulheres que enfrentam a mesma doença.
“Hoje escolho compartilhar porque talvez minha história sirva de esperança para milhares de mulheres que enfrentam o câncer de mama todos os anos”, escreveu.
Durante o tratamento, Thalita passou por cirurgias, sessões de radioterapia e outros procedimentos médicos. Ao final do relato, ela agradeceu aos profissionais de saúde que a acompanharam ao longo da jornada e reforçou a importância dos exames preventivos e do diagnóstico precoce.
“Tive muita fé, médicos extremamente competentes e pessoas que foram verdadeiros anjos na minha vida. Serei eternamente grata”, declarou.
















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