Ao menos quatro agências de Maringá e uma de Sarandi não tiveram atendimento ao público nesta quarta-feira (10). Sindicato que representa a categoria diz que seguranças, contratados por uma empresa terceirizada, não receberam salários e vale-alimentação relativos ao mês de maio.
Cinco agências do Banco do Brasil em Maringá e Sarandi não abriram para atendimento ao público nesta quarta-feira (10) em razão de uma paralisação dos servidores da área de vigilância. Aproximadamente 40 trabalhadores cruzaram os braços em protesto contra atrasos no pagamento de salários por parte da empresa terceirizada que presta serviços ao banco.
Em Maringá, são quatro agência fechadas, entre elas a da Avenida Duque de Caxias, na região central, onde o grupo de trabalhadores realizou uma mobilização. De acordo com o Sindicato dos Empregados de Empresas de Segurança e Vigilância de Maringá e Região (Sindesv), a empresa que emprega os vigilantes não realizou o depósito dos pagamentos dos salários do mês de maio e nem do vale-alimentação até esta quarta-feira (10). O pagamento deveria ter ocorrido no 5º dia útil de junho.
O presidente do Sindesv, Adenilson Silva, argumenta que além dos salários, alguns trabalhadores que foram dispensados não receberam devidamente as verbas recisórias.
“A gente tem outras pendências também da empresa, que em questão de termos de rescisões também que estão atrasados, de trabalhadores que foram dispensados e não foram realizados os pagamentos, nem entrega a documentação desses trabalhadores. Diferenças entre jornada, férias, também atraso. A gente também tem diferença de adicional noturno, que está pendente também. Então, a gente tem várias outras questões. Mas hoje a reivindicação, na realidade, a questão principal é a questão do salário e o vale-alimentação que está atrasado”, afirmou.
Por meio de nota, o Sindicato dos Bancários de Maringá e Região informou que acompanha a mobilização e que já manteve contato com a Gerência de Gestão de Pessoas (GEPES) do Banco do Brasil, reforçando a necessidade de cautela diante da situação.
A reportagem entrou em contato com a empresa responsável pela contratação dos vigilantes e aguarda um retorno. O Maringá Post não conseguiu contato com a assessoria de imprensa do Banco do Brasil. O espaço segue aberto para manifestações.
















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