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Projeção da economia para a semana de 13/07 a 17/07

Projeção da economia para a semana de 13/07 a 17/07

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As projeções da economia, tanto no Brasil quanto no mundo, mantém expectativa acima do normal diante do agravamento dos conflitos envolvendo Estados Unidos e Irã.

No Brasil, as tensões políticas tendem a aumentar a temperatura, promovendo a instabilidade na economia com reflexos diretos nos investimentos e na poupança interna, que continua tendo saques maiores que depósitos.

SELIC

Taxa Selic e Inflação: O mercado vem consolidando as estimativas da Selic para o fechamento de 2026 em 14,00%, após os ajustes recentes do Copom que sinalizam uma postura mais dura. Já as expectativas para o IPCA de 2026 rondam a faixa de 5,2% a 5,3% — um patamar sob constante vigilância por se situar acima do teto da meta (4,5%).

PIB

Crescimento (PIB): O Fundo Monetário Internacional (FMI) e grandes instituições financeiras (como a XP) revisaram o crescimento do PIB do Brasil para 2026 para a casa dos 2,0%, impulsionado pelo consumo e estímulos econômicos, embora projetem uma desaceleração para o próximo ano.

Economia pelo mundo.

O comportamento do dólar e das bolsas por aqui dependerá fortemente de três frentes externas:

Inflação nos Estados Unidos (CPI e PPI)

A divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) na terça-feira e do Índice de Preços ao Produtor (PPI) na quarta-feira concentram as atenções globais. Se os números vierem acima do esperado, o Federal Reserve (Fed) poderá sinalizar a manutenção dos juros americanos em patamares elevados por mais tempo, o que tende a fortalecer o dólar frente ao real e pressionar mercados emergentes.

Atividade Econômica na China

A China divulgará o pacote de dados do segundo trimestre, incluindo o PIB, Produção Industrial e Vendas no Varejo. Uma leitura fraca da economia chinesa impacta diretamente as exportações brasileiras, afetando a cotação e o desempenho de gigantes das commodities, como a Vale (minério de ferro) e o setor de agronegócio.

Geopolítica e Petróleo

As tensões contínuas no Oriente Médio seguem no radar, adicionando volatilidade aos preços do barril de petróleo. Qualquer alta abrupta na commodity gera pressões inflacionárias adicionais no curto prazo, refletindo nos custos logísticos e de combustíveis no Brasil.