Destaques do Dia Maringa Policia

Brasileira é expulsa do ‘Big Brother’ da Argentina, se recusa a sair e é retirada por segurança

Brasileira é expulsa do 'Big Brother' da Argentina, se recusa a sair e é retirada por segurança

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A brasileira Stefanny Campanita Pereira foi expulsa nesta quinta-feira (27) do Gran Hermano Generación Dorada, versão argentina do Big Brother, após uma briga com a chilena Jennifer Pincoya Galvarini. Danelik, outra participante envolvida no episódio, também foi retirada do programa.

A confusão começou após Campanita reclamar do desaparecimento de produtos de maquiagem. Em meio à discussão, ela pegou fotos do filho de Pincoya, que reagiu. “Ela mexeu na foto do meu filho. Ela não tem por que tirar a foto do meu filho”, disse a chilena.

A discussão evoluiu para empurrões e ameaças de agressão. O participante Brian Sarmiento precisou se colocar entre as duas para impedir um confronto físico. Danelik então empurrou Campanita e tentou jogar a bolsa da brasileira na água. Martín também interveio e tentou acalmar Pincoya.

A produção do Grand Hermano analisou as imagens e decidiu expulsar as duas participantes. Ao ser informada da decisão, Campanita chamou a medida de absurda e se recusou a deixar a casa. A resistência durou cerca de uma hora, até que um segurança entrou no local para acompanhá-la para fora.
Durante a confusão, a brasileira afirmou que vinha sofrendo hostilidade desde sua chegada ao reality. “De uma maneira horrível, muito feia”, declarou.

Após o episódio, a equipe de Campanita, que vive no Paraguai, publicou um comunicado nas redes sociais acusando participantes de “agressão física, agressão verbal, hostilidade e bullying físico e psicológico”.

Segundo a nota, as situações foram registradas pelas câmeras do programa e não poderiam ser justificadas como parte do jogo. “Essas condutas não fazem parte de nenhum jogo; constituem violência explícita”, afirmou a equipe.

O grupo disse ter “tolerância zero” com situações de hostilidade e intimidação e afirmou avaliar medidas judiciais. “Apontar a violência não prejudica a vítima; a defende”, concluiu.

Leia Também: Íris Abravanel entra no ranking dos maiores bilionários do Brasil