A corrida eleitoral de 2026 começou oficialmente neste domingo (16), e Maringá passa a ser um dos principais palcos da disputa política no Noroeste do Paraná. A partir de agora, candidatos podem pedir votos, realizar comícios, carreatas, passeatas, panfletagem e ampliar a propaganda na internet.
Na cidade, a disputa tem uma característica particular: vários dos principais nomes possuem ou construíram trajetória política diretamente ligada a Maringá.
Entre os candidatos com forte presença regional está o ex-prefeito Ulisses Maia, que deixou o Executivo municipal após dois mandatos e tenta transformar a experiência administrativa em capital eleitoral para a disputa de 2026.
No campo estadual, vereadores que construíram atuação política dentro da Câmara de Maringá também entram na corrida. Mário Verri, Flávio Mantovani , Professora Ana Lúcia, ex-vereadora Cris Lauer estão entre os nomes que já vinham trabalhando pela candidatura à Assembleia Legislativa. Sidnei Telles aparece como opção para a Câmara Federal, assim como Ricardo Barros, Sargento Fahur.
Outro nome de peso na região é o deputado estadual Delegado Jacovós, que construiu em Maringá sua base política e organizou recentemente um ato que reuniu o senador Sergio Moro, o ex-procurador Deltan Dallagnol e o deputado federal Filipe Barros.
Maringá também entrou no roteiro da pré-campanha ao Governo do Paraná. O deputado federal Sandro Alex esteve na cidade no início de agosto ao lado de Alexandre Curi e Do Carmo, reforçando a articulação política do grupo liderado pelo PSD.
A partir desta semana, entretanto, a lógica muda. A pré-campanha dá lugar à campanha oficial e os candidatos passam a ser avaliados não apenas pelos discursos, mas também pelo que fizeram por Maringá, pelas obras que ajudaram a viabilizar, recursos destinados ao município, projetos apresentados e resultados obtidos nos cargos que ocuparam.
Esse será um dos principais argumentos da disputa local: quem poderá apresentar ao eleitor o maior histórico de realizações e de presença efetiva na cidade.
Com o primeiro turno marcado para 4 de outubro, os próximos 48 dias serão decisivos para definir quem conseguirá transformar presença política, alianças e realizações em votos.
















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