Está aberta para visitação a exposição “Marcas, Tempo e Impressões”, com obras do artista Antonio Tramarin. A mostra parte de fragmentos de materiais encontrados na natureza e em espaços comuns para provocar reflexões sobre questões históricas, sociais, ambientais, econômicas e políticas. Além disso, o artista afirma que muitas das obras remetem ao que acontece no Brasil hoje: queimadas, caça, mineiração, entre outros fenômenos.
“Marcas, Tempo e Impressões” conta com curadoria do artista e pesquisador mourãoense Fernando Leão, que seleciona desde obras recentes até artigos com mais de 20 anos.
Os quadros e esculturas contam com a técnica do assemblagismo, que combina diferentes materiais. Muitos deles são encontrados na natureza ou são materiais “esquecidos”. Assim, as obras transformam vivências e desafios do cotidiano brasileiro em arte.
Dessa forma, Tramanin afirma que a arte tem o impacto de levar sentimentos e emoções às pessoa, e usa uma frase pela qual se inspira:
“A arte ocupa um espaço onde a informação por si só não basta. A arte é sentimento, ela é o aflorar do sentido”
A visitação permanece na Biblioteca Central da UEM (BCE) até o dia 28 de agosto, com entrada gratuita e aberta à comunidade.
















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