LÍVIA GOULART, MARIANA GRASSO E RAQUEL ATHAIDE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O cantor carioca Sidney Magal trouxe a nostalgia para o Palco São João na primeira noite da Virada Cultural 2026, em São Paulo.
Com tempo chuvoso, no início havia poucas pessoas, mas as que estavam presentes eram fãs fiéis. No decorrer da apresentação o espaço ficou cheio.
“Vocês que estão aqui valem mais do que milhões”, disse ao abrir a apresentação. Apesar do público reduzido, todos levavam a letra das músicas na ponta da língua.
Uma das fãs era Angélica Alessandra da Silva, que durante a apresentação dançou e cantou do início ao fim. Ela contou que herdou o amor pelo artista da mãe, falecida há mais de 30 anos.
“Ela era muito apaixonada por ele e passou isso para mim. Sempre que posso, vou aos shows aqui em São Paulo”, disse.
O show começou com “Palco”, de Gilberto Gil, e seguiu misturando sucessos próprios com homenagens a nomes da Jovem Guarda e da música brasileira. Magal cantou “Vem Quente Que Eu Estou Fervendo”, de Erasmo Carlos, “O Bom”, de Eduardo Araújo, e “Eu Sou Terrível”, de Roberto Carlos.
Magal é cantor, dançarino, ator e dublador brasileiro, conhecido pelo estilo marcante que mistura ritmos latinos, ciganos e música disco.
Nascido no Rio de Janeiro, o artista se tornou um dos nomes mais icônicos da música brasileira.
A parte latina do show também ganhou destaque. Magal cantou “Corazón Partío”, de Alejandro Sanz, e “Pégate”, de Ricky Martin.
O evento foi marcado por famílias e casais de diferentes gerações, como o caso de Sandra Raquel Sabbag Martins, 71, e Donizete Martins Vian, 70. Sandra disse à reportagem que relembrou os bailes de Bauru, no interior de São Paulo, na juventude e afirmou que cresceu ouvindo Sidney Magal. Emocionada por assistir ao cantor de perto pela primeira vez, agradeceu pela oportunidade e disse que pretende guardar o momento para o resto da vida.
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