SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Taylor Swift venceu o processo movido por uma poeta que a acusava de plágio. No caso, aberto na Flórida havia mais de um ano, a poetisa Kimberly Marasco afirmava que as letras de mais de 12 músicas da cantora usavam trechos de seus poemas.
A juíza Aileen Cannon avaliou que os poemas apontados por Marasco contêm ideias e temas muito simples, além do uso de metáforas consideradas básicas. Ela concluiu que todos esses elementos não podem ser protegidos por direitos autorais.
Além disso, Cannon alegou que os livros publicados pela autora venderam poucas unidades. Ela citou um deles, que vendeu 3.000 exemplares, e destacou que nenhum deles havia recebido qualquer tipo de publicidade, tornando pequena a probabilidade de Swift ou alguém da gravadora ter comprado a obra de Marasco. Para a juíza, isso faz com que as acusações de que as letras de Swift foram copiadas dos trechos dos poemas sejam forçadas.
Marasco publicou, em 2020, um livro chamado “Swift Reflections: Poetry Inspirations” (reflexões ágeis: inpirações para poesias, em tradução livre), utilizando o sobrenome da artista como um trocadilho com a palavra swift -que pode ser traduzida como ágil, em inglês-, no qual aborda algumas das supostas similaridades entre as letras e os poemas.
Em 2024, Marasco processou Taylor Swift Production, a empresa da artista, por suposto plágio nas letras das músicas “The Man”, “Illicit Affairs” e “My Tears Ricochet”. O caso foi arquivado em setembro de 2025.
O resultado do julgamento saiu três dias depois do casamento de Taylor Swift com Travis Kelce, que ocorreu no Madison Square Garden, em Nova York, para mais de mil pessoas.
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