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UEM esclarece caso de enfermeiro preso após atendimento policial no HUM e detalha ocorrência

UEM esclarece caso de enfermeiro preso após atendimento policial no HUM e detalha ocorrência

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a direção do Hospital Universitário de Maringá (HUM) divulgaram, nesta quinta-feira (23), uma nota de esclarecimento sobre a ocorrência que terminou com o encaminhamento de um enfermeiro à Delegacia Civil após a Polícia Militar identificar uma pendência judicial durante o atendimento.

O caso ganhou repercussão depois da divulgação de uma ocorrência policial que informava que um enfermeiro havia acionado a PM após ser agredido por um paciente e acabou preso ao ser constatado um mandado de prisão civil em aberto.

Na nota, porém, a UEM apresenta uma versão diferente sobre o início da ocorrência. Segundo a instituição, a paciente, identificada apenas pelas iniciais L.A.C.A., deu entrada no hospital em 17 de julho e recebia atendimento normalmente. No dia seguinte, durante a permanência na unidade, ela teria se envolvido em um desentendimento com o acompanhante e apresentado alteração comportamental na recepção, o que exigiu a intervenção da equipe de enfermagem e da Guarda Civil Municipal para preservar a segurança no local.

Ainda conforme a universidade, durante o processo de alta, o acompanhante sacou uma arma branca, descrita como um facão, que foi contida e recolhida pela equipe de vigilância do hospital. A Polícia Militar e a GCM foram acionadas, mas o casal deixou o local antes da chegada das equipes.

Pouco depois, a paciente retornou ao HUM conduzida pela Polícia Militar, alegando dores, sendo readmitida para continuidade do atendimento médico. O acompanhante foi orientado pelos policiais a deixar a unidade.

A nota confirma que, durante a checagem dos sistemas realizada pela Polícia Militar, foi identificada uma pendência judicial envolvendo um colaborador do hospital, que foi encaminhado à Delegacia Civil para os procedimentos cabíveis.

Por fim, a UEM e a direção do HUM afirmam que as equipes atuaram priorizando a segurança coletiva, a integridade dos envolvidos e a continuidade da assistência à paciente.

Acompanhe o caso: