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Vereadora Professora Ana Lúcia cobra Procon de Maringá sobre orientação ao comércio após alerta da Anvisa sobre produtos da Ypê

Vereadora Professora Ana Lúcia cobra Procon de Maringá sobre orientação ao comércio após alerta da Anvisa sobre produtos da Ypê

A vereadora Professora Ana Lúcia, encaminhou ofício ao Procon de Maringá solicitando informações sobre as medidas de orientação e fiscalização adotadas no comércio local após o alerta sanitário envolvendo produtos da marca Ypê. O pedido é dirigido à diretora do órgão, Coronel Audilene.

 

No documento, a parlamentar questiona se o Procon realizou ações de orientação nos estabelecimentos comerciais de Maringá, se houve fiscalização para retirada dos itens das prateleiras e se foram adotadas providências diante de relatos de possível comercialização de produtos atingidos pela medida sanitária. A iniciativa busca garantir segurança ao consumidor e transparência sobre a atuação dos órgãos de defesa do consumidor no município.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária informou, em 8 de maio de 2026, que mantém a avaliação técnica do risco sanitário na linha de fabricação dos produtos da marca Ypê. Segundo a agência, como a empresa Química Amparo apresentou recurso contra a Resolução nº 1.834/2026, as ações determinadas estão sob efeito suspensivo até o julgamento pela Diretoria Colegiada da Anvisa, previsto para os próximos dias. Mesmo assim, a recomendação oficial é para que os consumidores não utilizem os produtos indicados, por precaução.

 

A resolução publicada em 7 de maio de 2026 determinou a suspensão da fabricação e o recolhimento de detergentes lava-louças, sabão líquido para roupas e desinfetantes da marca, em todos os lotes com numeração final 1. A Anvisa informou que a medida foi adotada após avaliação técnica identificar falhas graves em etapas críticas do processo produtivo, com possibilidade de contaminação microbiológica.

 

Para a vereadora, é fundamental saber se o Procon de Maringá orientou os estabelecimentos comerciais sobre a identificação dos produtos atingidos, a retirada de circulação dos itens e os direitos dos consumidores em caso de troca, devolução ou ressarcimento. O ofício também busca esclarecer se houve atuação conjunta com outros órgãos de fiscalização e se foram registrados atendimentos, denúncias ou reclamações relacionadas ao caso.