Você já tentou várias dietas e desafios para emagrecer, mas ainda não viu resultados? Calma, não é motivo para desespero.
Antes de tudo, é importante entender que o processo de perda de peso varia de pessoa para pessoa. Para alguns, os resultados aparecem mais rápido; para outros, levam mais tempo.
Mas vale deixar de lado a ideia de culpar apenas o metabolismo ou a genética. Esses fatores têm influência, sim, mas especialistas ouvidos pela revista Shape apontam que, muitas vezes, os verdadeiros obstáculos estão em hábitos do dia a dia que passam despercebidos.
Ainda assim, antes de fazer qualquer mudança mais radical na alimentação ou no estilo de vida, o ideal é procurar orientação de um profissional de saúde. Veja alguns dos erros mais comuns que podem estar atrapalhando seu emagrecimento:
Não beber água suficiente
A hidratação é essencial para o bom funcionamento do corpo e também tem impacto direto na perda de peso. Beber água ajuda a controlar o apetite, reduzindo as chances de comer em excesso.
“Quando o corpo está desidratado, os rins não funcionam corretamente e o organismo passa a sobrecarregar o fígado. Como o fígado fica mais ocupado, a gordura consumida tende a ser armazenada em vez de ser queimada”, explicam os especialistas.
Outro ponto importante é o consumo de fibras. Se você aumenta a ingestão de fibras sem aumentar a quantidade de água, pode acabar prejudicando o intestino. “Em vez de ajudar na digestão, a fibra pode até causar prisão de ventre.”
Mas afinal, quanta água beber?
A quantidade ideal varia de acordo com o peso, o nível de atividade física e outras condições individuais. Por isso, a nutricionista Wartian Smith recomenda buscar orientação médica para entender qual é a ingestão ideal no seu caso.
Ignorar a importância da proteína
Dietas ricas em proteína costumam estar associadas a uma maior perda de peso, especialmente no início. Isso acontece porque a proteína aumenta a sensação de saciedade e ajuda a preservar a massa muscular durante o emagrecimento.
Além disso, o corpo gasta mais energia para digerir proteínas do que carboidratos ou gorduras. “Por isso, dietas com maior teor de proteína tendem a estar ligadas a um gasto calórico mais elevado”, afirma a nutricionista Cari Coulter.
Não controlar o estresse
O estresse também pode ser um grande vilão para quem quer emagrecer. Muitas pessoas recorrem à comida como forma de aliviar a tensão, o que leva à chamada fome emocional.
“Quando você come por impulso emocional, pode acabar ganhando peso sob pressão”, explica Smith. E não é só isso: o cortisol, conhecido como o hormônio do estresse, aumenta o apetite e estimula a vontade por alimentos ricos em carboidratos.
“Além disso, níveis elevados de cortisol podem desacelerar o metabolismo”, completa a especialista.
Uma forma de combater esse problema é incluir atividade física na rotina. Segundo os especialistas, o exercício ajuda a reduzir significativamente os níveis de estresse, contribuindo também para o equilíbrio do corpo e da mente.
















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